Maria, funcionária pública, em razão de sua função, teve acesso a informações privilegiadas sobre um processo licitatório. Antecipando-se à concorrência, utiliza essas informações para beneficiar uma empresa da qual seu esposo era sócio, obtendo para si vantagem indevida. A conduta de Maria configura, em tese, o crime de:
- A)Peculato-furto, uma vez que houve a subtração de informação em proveito próprio.
- B)Corrupção passiva, pois obteve vantagem indevida em razão da função.
- C)Concussão, dado que exigiu a vantagem indevida para si.
- D)Violação de sigilo funcional, pelo uso indevido de informação sigilosa em seu benefício.gabarito
- E)Abuso de autoridade, devido à utilização da função pública para fins privados.