Tecnologia da Informação
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Análise Exploratória de Dados
Um dos principais objetivos da Análise Exploratória de Dados (AED) é refinar o conjunto de dados, por meio de limpeza e transformação, e gerar hipóteses sobre as relações entre as variáveis, que posteriormente poderão ser testadas com métodos estatísticos mais rigorosos.
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Análise Exploratória de Dados
Durante a Análise Exploratória de Dados (AED), a identificação e tratamento de valores omissos (missing values) ou incompletos é uma etapa opcional, visto que muitos algoritmos de aprendizado de máquina são robustos o suficiente para lidar com essas ocorrências sem prejuízo à qualidade do modelo.
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Análise Exploratória de Dados
A visualização de dados é a única técnica empregada na Análise Exploratória de Dados (AED), sendo que qualquer análise que não envolva gráficos é considerada fora do escopo da AED.
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Análise Exploratória de Dados
No contexto da Análise Exploratória de Dados (AED), o gráfico de dispersão (scatterplot) é fundamental para examinar a relação entre duas variáveis numéricas, permitindo identificar a presença, direção e força de correlações Lineares ou não lineares entre elas.
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Análise Exploratória de Dados
A matriz de correlação, um componente essencial da Análise Exploratória de Dados (AED), quantifica a força e a direção da relação linear entre pares de variáveis em um conjunto de dados, auxiliando na seleção de variáveis para modelos preditivos e na detecção de multicolinearidade.
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Análise Exploratória de Dados
O histograma é uma ferramenta gráfica utilizada na Análise Exploratória de Dados (AED) para representar a distribuição de frequência de variáveis categóricas, permitindo a visualização da proporção de cada categoria em relação ao todo.
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Análise Exploratória de Dados
A fase de Análise Exploratória de Dados (AED) deve sempre ser conduzida com um modelo estatístico predefinido em mente, utilizando os dados para validar ou refutar as pressuposições desse modelo antes de qualquer outra exploração.
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Análise Exploratória de Dados
A utilização de box plots na Análise Exploratória de Dados (AED) é eficaz para apresentar a distribuição de uma variável numérica através de seus quartis, mediana e valores atípicos (outliers), mas não permite a comparação direta da distribuição entre diferentes grupos na mesma visualização.
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Análise Exploratória de Dados
A Análise Exploratória de Dados (AED) é uma abordagem para analisar conjuntos de dados, empregando principalmente métodos visuais para descobrir padrões, identificar anomalias, testar hipóteses e verificar suposições, caracterizando-se por ser uma etapa posterior à modelagem estatística formal.
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Análise Exploratória de Dados
No contexto da Análise Exploratória de Dados (AED), a sumarização estatística, que inclui medidas como média, mediana, moda, desvio padrão e variância, é exclusiva para variáveis numéricas e não possui aplicabilidade para variáveis categóricas.
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Banco de Dados
Em consultas SQL que envolvem a lógica de três valores (3VL), a aplicação do operador lógico `NOT` a uma expressão cujo resultado é `UNKNOWN` (desconhecido) resulta no valor booleano `FALSE`, garantindo que o conjunto de resultados nunca inclua linhas com status ambíguo.
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Segurança da Informação
O *spear phishing*, por ser uma modalidade de ataque altamente direcionado a indivíduos ou grupos específicos, diferencia-se do *phishing* convencional por prescindir do envio de mensagens eletrônicas e focar-se exclusivamente na manipulação de registros DNS ou arquivos `hosts` para redirecionar o tráfego da vítima.
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Redes Sem Fio
No contexto da autenticação em redes 802.1X, o protocolo PEAP (Protected EAP) viabiliza a segurança ao exigir autenticação mútua obrigatória por meio de certificados digitais. Nesse modelo, tanto a estação de trabalho cliente quanto o servidor de autenticação (RADIUS) devem apresentar seus respectivos certificados válidos para que o túnel TLS seja estabelecido e a comunicação prossiga.
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Redes Sem Fio
Em redes Wi-Fi corporativas que utilizam o padrão WPA2/WPA3-Enterprise, o método PEAP (Protected Extensible Authentication Protocol) opera em duas fases distintas. A primeira fase estabelece um canal criptografado (túnel TLS) entre o suplicante e o servidor de autenticação, onde a identidade do servidor é verificada por meio de um certificado digital. Subsequentemente, a segunda fase utiliza esse túnel para executar um segundo método EAP, como o EAP-MSCHAPv2, para autenticar o usuário com segurança, protegendo suas credenciais de serem transmitidas em texto claro pela rede.
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Redes de Computadores
O protocolo UDP, ao priorizar a velocidade e a baixa latência em detrimento da confiabilidade, omite mecanismos como controle de fluxo e confirmação de recebimento. No entanto, para garantir um nível mínimo de integridade, seu cabeçalho inclui um campo de checksum que é de preenchimento obrigatório tanto em IPv4 quanto em IPv6.
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Redes de Computadores
O User Datagram Protocol (UDP) provê um serviço de transporte de datagramas sem conexão e não confiável, deixando para a aplicação a responsabilidade por qualquer mecanismo de recuperação de erros. Apesar de sua simplicidade, o UDP implementa um único mecanismo de verificação de integridade: um campo de checksum que, quando utilizado, é calculado sobre o cabeçalho UDP, a carga útil e um pseudo-cabeçalho contendo informações cruciais do cabeçalho IP, como os endereços de origem e destino.
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Lei de Acesso à Informação
O dever de prestar informações, nos termos da Lei de Acesso à Informação, aplica-se a entidades privadas sem fins lucrativos que mantenham vínculo com o poder público, condicionando-se a obrigação de publicidade à parcela dos recursos públicos recebidos e à sua respectiva destinação.
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Prototipação de Software
Na prototipação evolucionária, o foco inicial é a implementação da arquitetura final e a satisfação de todos os requisitos não funcionais, como desempenho e segurança, para garantir que o protótipo possa escalar diretamente para o sistema de produção sem a necessidade de grande refatoração.
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Prototipação de Software
A prototipação de software é fundamentalmente um processo de engenharia de requisitos que visa elucidar, validar e refinar as necessidades do usuário por meio da construção de um modelo funcional, que pode ser descartável ou evolutivo, para obter feedback rápido.
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Prototipação de Software
Ao fornecer uma manifestação tangível e, por vezes, interativa das funcionalidades propostas, a prototipação de software atua como um mecanismo eficaz para a validação antecipada dos requisitos, mitigando-se, assim, a probabilidade de falhas de comunicação entre stakeholders e a equipe de desenvolvimento.
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